O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou uma auditoria no Serviço de Registro Genealógico da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), com participação das auditoras Consuelo G. Paixão Côrtes e Ana Ondina Wallwitz de Araújo. Nesta ação foram revisados alguns pontos identificados em uma auditoria anterior que foi iniciada em 2022 e concluída em 2023, além da verificação do andamento atual do serviço. O processo avalia se as atividades seguem as normas estabelecidas pelo regulamento do registro genealógico e pelas diretrizes do Mapa.
A superintendente de registro genealógico da Arco, Magali Moura, explicou que o trabalho incluiu uma nova checagem dos procedimentos adotados pela entidade. “Foi feita novamente também uma verificação do andamento do serviço de registro genealógico para ver se está sendo trabalhado conforme as regras do nosso regulamento do registro genealógico”, afirmou.
Segundo Magali, todas as atividades precisam atender ao regulamento interno e às exigências do colégio de jurados, com validação do Ministério. “Considero que os resultados da auditoria foram satisfatórios com a solicitação de apenas pequenas adequações que serão realizadas pelo setor”, destacou.
A superintendente também detalhou o encaminhamento dos resultados após a auditoria. “As auditoras do Ministério produzem um relatório, no qual verificamos as colocações dentro do que foi apresentado, e isso segue para Brasília. Digamos que é uma auditoria educativa junto às associações para verificar se o andamento está sendo feito conforme o que é preconizado pelo Ministério da Agricultura, através de normativas, leis e dentro do que está no nosso regulamento do registro genealógico”, observou.
Texto: Rejane Costa/Agência AgroEffective
Foto: Arco/Divulgação