04/10/2019

 

ARCO esteve representada na reunião por seu presidente Edemundo Gressler, a 1ª vice-presidente Elisabeth Lemos e pela secretária e presidente da Associação Brasileira de Criadores de Corriedale, Cristina Soares Ribeiro.

Apoiar a produção de ovelhas é um dos objetivos do Incra no Rio Grande do Sul para estimular o desenvolvimento econômico dos assentamentos gaúchos. Na segunda-feira (30), entidades do setor reuniram-se na sede regional da autarquia em Porto Alegre (RS) para discutir estratégias de implementação do Programa de Fomento à Ovinocultura em áreas de reforma agrária.

Além do Incra, a reunião contou com a participação de integrantes da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi/RS), da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS), da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e de presidentes das associações de criadores de raças específicas.

Segundo o superintendente regional do Incra/RS, Tarso Teixeira, a ideia é oportunizar uma alternativa de renda que ajude a fixar as famílias nos lotes. “Queremos descentralizar os investimentos, sem privilégio a uma área do estado”, afirma.

A proposta deve iniciar pela região da Campanha em um município estratégico, ou conjunto deles, com alta concentração de assentamentos. Segundo o diretor técnico da Emater/RS-Ascar, Alencar Paulo Rugeri, equipes da entidade farão um levantamento dos agricultores com perfil adequado ou histórico de envolvimento na atividade. A partir de seus resultados, a iniciativa deve ser expandida para vizinhos e demais localidades.

Os itens listados entre as ações prioritárias são: melhoramento genético, implantação de infraestrutura e possível capacitação dos assentados e de técnicos. As entidades apoiadoras pretendem negociar linhas de financiamento facilitadas para os contemplados. 

Segundo o supervisor regional do Departamento de Defesa Agropecuária da Seapi/RS e secretário-executivo do Fundo de Desenvolvimento da Ovinocultura (Fundovinos), Joal Pontes, o projeto possui boas perspectivas de adesão pela característica de ciclo curto da ovinocultura. “O produtor tem o cordeiro em 150 dias e, em um ano, pode recuperar 90% do capital aplicado”, analisa. 

Esta foi a primeira reunião para debater a criação do programa. Uma nova rodada de discussões entre as entidades presentes está marcada para 10 de outubro durante a 93ª Expofeira, em Pelotas (RS).

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do Incra/RS

 

 

 

19/09/2019

 

A 69ª Exposição Agropecuária e de Derivados de Alagoas (Expoagro/AL) será ponto de encontro para criadores de ovinos no Brasil. O evento vai receber expositores de todo Brasil para a Exposição Nacional da Raça Dorper que acontece de 21 de outubro a 3 de novembro, no Parque da Pecuária, em Maceió.

A expectativa, segundo a Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos de Alagoas (ACCOAL), é que o evento reúna cerca de 600 ovinos Dorper e White Dorper. Com eles, serão expostos o melhor do plantel nacional. Participam da competição representantes do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e Minas Gerais, além dos estados do Nordeste.

“O mercado para ovinocultura a segue promissor, dando bons sinais para investimentos. Tecnicamente teremos em exibição o melhor em qualidade genética de animais e criatórios premiados que vão vir defender títulos e apresentar novos produtos”, afirmou Fernando Chaves, presidente da Associação.

Além dos julgamentos da raça valendo título nacional, a programação envolvendo a raça ovina na Expoagro/AL também vai contar o Grande Campeonato da Raça, atividade que vai escolher, no sábado 2 de novembro, o melhor animal dentre todas categorias. Os leilões Pé na Areia Selections (dia 1º Novembro) e o Referência Dorper Nacional e Convidados (dia 2 de novembro) serão oportunidade de adquirir a genética brasileira.

A Exposição Nacional também abrirá espaço para o rebanho de origem importado (POI). “Com a abertura da importação, conseguimos aperfeiçoar a genética do dorper, produzindo animais de extrema qualidade. Essa extensão ajudará a incrementar aos rebanhos nordestinos uma qualidade superior aos seus animais”, explicou Chaves.

Os criadores interessados em exibir o trabalho com a raça dorper durante a Exposição Nacional em Maceió/AL, devem se inscrever até o dia 15 de outubro junto a ACCOAL. O evento conta com a chancela da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (ARCO).

 

Fonte: http://edivaldojunior.com.br

 

 

03/09/2019

Presidente da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos falou sobre a atividade para alunos do ensino agrícola

A ovinocultura foi o principal assunto nesta quinta-feira, 29 de agosto, na Sala Professor Calvete da Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola (Agptea), na Expointer 2019. O espaço multiuso no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), recebeu alunos de escolas técnicas estaduais do Rio Grande do Sul  e o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), Edemundo Gressler. O dirigente falou sobre a atividade.

Criador com propriedade em São Sepé (RS), Gressler disse que o rebanho gaúcho totaliza 3,2 milhões de exemplares mas já somou 13 milhões nas décadas de 50 e 60. Na época, o Rio Grande do Sul produzia 99% de lã fina brasileira. Ele recordou que modificações no mercado agropecuário, em virtude de novas tecnologias, culturas mais atrativas como a soja, novas fibras sintéticas e mudanças nas demandas do consumidor desestimularam muitos produtores. “Os anos foram passando e as propriedades se transformando. O mercado da lã recuou e deixou de remunerar tanto quanto se desejava. Houve queda no mercado internacional, dominado pela Austrália que detinha o maior estoque mundial, informou.”

Segundo o presidente da Arco, a realidade para os criadores que insistiram na atividade mudou e o desprestígio financeiro da lã não se repete nos dias atuais para a produção de fios finos para artigos de qualidade superior, assim como a carne. “A ovelha te responde 101% para tudo aquilo que você fizer de bom para ela”, destacou Gressler, que já tinha agenda, após a palestra, com uma comitiva consular da Inglaterra interessada em genética. “O mercado hoje está batendo na tua porta, quer lã de qualidade, quer mais cordeiro, mais carne”, afirmou.

 Atualmente, a produção de lã fina é comercializada no mercado interno para cooperativas. A Arco é responsável pelo registro genealógico dos ovinos no país. De acordo com Gressler, a Associação reúne mais de 1,8 milhão de registros. Conforme dados divulgados pela entidade, 166 expositores inscreveram 785 exemplares para a Expointer 2019. Na feira agropecuária estão representadas as raças Merino Australiano, Ideal, Corriedale, Romney Marsh, Hampshire Down, Texel, Ile de France, Suffolk, Karakul, Santa Inês, Poll Dorset, Dorper, Crioula, White Dorper e Ovinos Naturalmente Coloridos. Na Expointer do ano passado a comercialização totalizou R$ 737,67 mil, com venda total de 123 ovinos e um crescimento de cerca de 37,5% em relação à 2017.

Fonte: Assessoria de Imprensa AGPTEA

 

 

08/09/2019

 

A Associação Paraibana de Criadores de Caprinos e Ovinos – APACCO, com o apoio da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos – ARCO, promoveu o 3º Curso de Capacitação para Inspetores Técnicos do Serviço de Registro Genealógico de Ovinos, que ocorreu entre os dias 14 e 17 de setembro durante a ExpoBrasil e Exposição Nacional da Raça Santa Inês.

Participaram 13 candidatos dos estados da Paraíba, Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte e Pernambuco, todos eles já credenciados como inspetores técnicos da Associação Brasileira de Criadores de Caprinos – ABCC.

A capacitação, que foi ministrada pelos superintendentes da ARCO, Claiton Severo e Magali Moura, é indicada para profissionais das áreas da medicina veterinária, agronomia e zootecnia apenas e ocorre nos moldes de aulas teóricas, práticas e provas.

A superintendência do SRGO da entidade ressalta a importância da capacitação para esses profissionais e para os futuros candidatos pois é através dela que passam a entender todo o processo do registro genealógico dos ovinos, desde a escrituração dos animais até a inspeção a campo e, desta forma, possam orientar seus atendidos.

 

03/09/2019

Os leilões de ovinos da 42ª Expointer totalizaram R$ 737.650 mil, montante praticamente igual ao do ano anterior quando as vendas totalizaram R$ 737.670 mil. Um pequeno decréscimo que é compensado no volume de exemplares vendidos na edição mais recente da feira que foi de 154 ovinos em relação aos 123, em 2018. Um incremento de 25,25% em relação ao número do ano passado.

Destaque para os 3 ovinos mais valorizados da feira, as 3 fêmeas da raça Texel e da mesma cabanha -Ribemar Empreendimentos Agropecuários de Maringá (PR). A ovelha do box 246 foi vendida por R$ 53.250,00 para a Cabanha Fazenda Descanso de São Martinho da Serra (RS). A segunda mais valorizada foi adquirida pela Cabanha Amoras de Santa Cruz do Sul (RS) por R$ 25.500,00 e, a terceira, por R$ 23.250,00 pela Cabanha Cristal do Horizonte de Balsa Nova (PR).

Para o presidente da Associação Brasileira de Cridores de Ovinos – ARCO, Edemundo Gressler a comercialização de ovinos na Expointer reflete o ótimo momento da ovinocultura em todo o Brasil. “É um momento importante de retomada e crescimento e é preciso aproveitá-lo” ressalta Gressler, lembrando que as feiras e leilões de primavera e verão também refletirão este momento positivo.

O leiloeiro Eduardo Knorr destaca a quantidade de clientes de outros estados como Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais e Paraná, “compradores estão vindo em busca de genética para produção de carne sobretudo” diz Knorr. Ele ainda lembra que a temporada de primavera/verão vai demandar de fêmeas comerciais – “se tivermos mil, as mil iremos vender”, afirma.