17/01/2020

 

Há dois anos de completar seus 80 anos a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos – ARCO, comemora neste dia 18 de janeiro seu aniversário de fundação que teve início com a então Associação Rio-grandense de Criadores de Ovinos no ano de 1942, em Santana do Livramento durante a 3ª Exposição Nacional de Ovinos de Lã. O seu primeiro presidente foi João Farinha.

Nos anos de 1970, mais precisamente em 1977 a ARCO ganhou o status de entidade nacional  e passou a ser delegada do Ministério da Agricultura para ser o cartório de registro das raças ovinas em todo o Brasil.

Completando 78 anos de atuação, a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos – ARCO se mantém como referência no Serviço de Registro Genealógico de Ovinos – SRGO. A ARCO tem no seu DNA também a Assistência Técnica que hoje é realizada por 120 Inspetores Técnicos que atuam em todos os estados brasileiros na seleção de 27 raças, sendo: Merino Australiano, Ideal, Corriedale, Romney Marsh, Hampshire Down, Texel, Ile de France, Suffolk, Karakul, Lacaune, Santa Inês, Morada Nova, Bergamácia Brasileira, Somalis Brasileira, Rabo Largo, Border Leicester, Poll Dorset, Polypay, Cariri, Dorper, Crioula, Samm, White Dorper, East Friesian, Dohne Merino, White Suffolk e Romanov.

Com investimentos feitos em tecnologia a entidade tem praticamente 100% dos seus serviços feitos via internet, sem uso de papel, o que além de dar agilidade às informações e comunicados feitos pelos associados, revela uma responsabilidade ambiental pelo baixo uso de papel.

Além da eficiência no registro a entidade está também direcionada ao trabalho de organização da cadeia e fomento da produção através de convênios e parcerias com instituições de pesquisa e extensão que auxiliam a promover o desenvolvimento genético das raças e o aumento dos rebanhos. Este um grande desafio para a ovinocultura nacional – aumentar a oferta do produto ovelha.

O presidente da entidade, Edemundo Gressler diz que já, este ano que se inicia, está sendo extremamente positivo para a ovinocultura, “2019 nos deu uma sacudida, o mercado nos exigiu maior eficiência e profissionalização – de nós entidade e de nós produtores – e tenho certeza que estamos crescendo a passos largos para atender a demanda da carne, do leite, da lã e das peles”, revela Gressler. 

Ele lembra ainda da importância de elevar o número do rebanho brasileiro de ovinos, citando como exemplo o Rio Grande do Sul que na década de 1970 tinha a quantidade de ovelhas que hoje tem o Brasil inteiro. “Nosso estado, segundo o IBGE, possui 3 milhões de ovinos e nossa meta e chegar ao final de 2020 com, pelo menos, 3,5 milhões” revela o presidente.

Gressler aponta também que o desenvolvimento da produção passa pelo aperfeiçoamento e pela pesquisa, “temos que estar junto às instituições que promovem a pesquisa e o experimento e trazer estes resultados para a nossa realidade”. “Isto é primordial para termos segurança em nosso trabalho e estarmos alinhados ao que o mercado exige de uma boa e eficiente ovinocultura”, conclui.

 

 

 

 

10/01/2020

 

Na última quinta-feira, 09 de janeiro, a sede da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (ARCO), em Bagé, abriu suas portas para celebrar os 78 anos da entidade e prestar homenagem ao seu ex-presidente Paulo Afonso Schwab, que deixou o cargo em março de 2019.

O presidente Edemundo Ferreira Gressler fez a abertura em nome de sua diretoria falando na gratidão e no reconhecimento que todos têm pelo trabalho de Schwab ao longo dos 23 anos a frente da ARCO, “a ARCO é o que é hoje graças ao teu trabalho, ao teu empenho e a todo o tempo que colocaste esta entidade a frente de qualquer coisa” disse Gressler em seu discurso pontuando os investimentos feitos em tecnologia e em pessoal que garantem a solidez da associação.

Na homenagem foi inaugurado o quadro de Schwab na galeria dos ex-presidentes e os colaboradores junto à diretoria ao corpo de inspetores técnicos entregaram ao homenageado a faixa de Grande Campeão e um quadro de agradecimento de todos pelo seu trabalho em prol da ovinocultura.

Schwab em seu discurso lembrou do início da sua gestão e do quão importante foram todos estes anos, não só para a ARCO, mas para o desenvolvimento da ovinocultura, através de convênios e parcerias que só solidificaram o trabalho da entidade. “Tenho muito orgulho de ter presidido esta entidade e agora torço para que ela siga forte e empenhada em atender os ovinocultores do nosso país, como eu” diz Schwab.

Estiveram presentes os membros da diretoria da ARCO, o secretário de desenvolvimento rural de Bagé, Cléber Zuliani; o diretor do Sicredi, João Eduardo Tavares; o chefe geral da Embrapa Pecuária Sul, Daniel Montardo; o coordenador regional de agricultura, Rodrigo Antunes, representando o secretário estadual de agricultura Covatti Filho; o vereador Antenor Teixeira; presidentes e representantes de associações promocionais de raça, comitivas do Chile, Argentina e convidados.

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O início da história da então Associação Rio-grandense de Criadores de Ovinos foi em Santana do Livramento (RS), no dia 18 de janeiro de 1942 durante a 3ª Exposição Nacional. E o seu primeiro presidente foi o senhor João Farinha. Em 1977 a ARCO ganhou o status de nacional e passou a ser delegada do Ministério da Agricultura para ser o cartório de registro das raças ovinas em todo o Brasil.

Completando 78 anos de atuação, a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos – ARCO se mantém como referência no Serviço de Registro Genealógico de Ovinos – SRGO. A ARCO tem no seu DNA também a Assistência Técnica que hoje é realizada por 120 Inspetores Técnicos que atuam em todos os estados brasileiros na seleção de 27 raças, sendo: Merino Australiano, Ideal, Corriedale, Romney Marsh, Hampshire Down, Texel, Ile de France, Suffolk, Karakul, Lacaune, Santa Inês, Morada Nova, Bergamácia Brasileira, Somalis Brasileira, Rabo Largo, Border Leicester, Poll Dorset, Polypay, Cariri, Dorper, Crioula, Samm, White Dorper, East Friesian, Dohne Merino, White Suffolk e Romanov.

Além da eficiência no registro a entidade está também direcionada ao trabalho de organização da cadeia e fomento da produção através de convênios e parcerias com instituições de pesquisa e extensão que auxiliam a promover o desenvolvimento genético das raças e o aumento dos rebanhos. Este um grande desafio para a ovinocultura nacional – aumentar a oferta do produto ovelha.

07/01/2020

 

Com 262 ovinos inscritos – 108 galpão e 44 lotes de rústicos - começa amanhã, no parque Visconde de Ribeiro Magalhães, a 12ª edição da Agrovino de Bagé. O evento abre o calendário oficial de eventos agropecuários do Rio Grande do Sul. Promovido pela Associação Bageense de Criadores de Ovinos (Abaco) em parceria com a Associação e Sindicato Rural do município, o evento terá como primeira atividade a entrada dos cordeiros que participarão do concurso de carcaças. Os animais chegarão das 8h às 12h. O julgamento acontecerá no mesmo dia, às 14h. Ainda na terça-feira, ocorre a entrada dos animais rústicos e a galpão de todas as raças. O presidente da Abaco, Geraldo Brossard Corrêa de Mello, destaca que a Agrovino vem a cada ano demonstrando sua força, mesmo sendo um evento ainda jovem no calendário das feiras ovinas de verão. Mello reforça que o evento tem sido feito com esmero pelos envolvidos e que tem sido estratégico na temporada para a comercialização de exemplares. A Agrovino também é palco de mostras de raças e de exposições nacionais de raças, como a da raça Romney Marsh, que é realizada pela segunda vez em Bagé. O dirigente e produtor aponta a relevância que a Agrovino vem conquistando com a participação de criadores de diversas regiões do Rio Grande do Sul.

Comercialização

Uma das grandes atividades comerciais que irá acontecer durante a programação da Agrovino que acontecerá até o dia 12, é o "Rematão", leilão que será realizado pela empresa Brasil e Tavares Agronegócio, que até o momento tem mais de 1,5 mil animais confirmados. Conforme a empresa, o “Rematão” representa o grande envolvimento dos produtores da região para a comercialização dos rebanhos. O remate irá ocorrer no dia 10, a partir das 15h, na Associação Rural de Bagé, durante a 12ª Agrovino. A expectativa é que este número seja ainda maior até a data do evento. Para os produtores de outros municípios, a empresa destaca que o encontro será transmitido ao vivo através do canal Agro Vídeo no YouTube, e o link poderá ser encontrado na página do Facebook da Brasil & Tavares.

Jurados

Como espaço para apresentação do que é feito em termos de aprimoramento genético das raças ovinas, a Agrovino já é uma das principais pistas gaúchas do segmento. Neste ano, conforme divulgação da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), os jurados de admissão dos exemplares serão: Gustavo Caringi de Oliveira Velloso e Joaquim Soares. Para a classificação, a lista é a seguinte: no Corriedale, Claro Francisco Félix Paim e Patrício Almonacid (CHI); na Romney Marsh, Mário Moglia Suñe e Clóvis Luiz Freitas Machado; nas raças Merino Australiano, Ideal, Hampshire Down, Texel, Suffolk, Ovinos Naturalmente Coloridos, José Galdino Garcia Dias. Na Ile de France, Fabrício Wollmann Willke e, na raça Crioula, Gustavo Caringi de Oliveira Velloso.

Fonte: Jornal Folha do Sul

07/01/2020

Dona Rufina resgata a técnica da feltragem em bolsas e acessórios

A marca de acessórios Dona Rufina nasceu da união da cultura do Pampa Gaúcho com o olhar para o mundo. A designer Luciana Bulcão, responsável pela marca, resgatou a técnica da feltragem da lã característica da região e aliou as linhas limpas e o reaproveitamento do couro para criar bolsas e sapatos únicos. O resultado desse trabalho? Com pouco mais de 3 anos, a Dona Rufina conquistou admiradores e, depois de participar da Brasil Eco Fashion Week em novembro, chamou a atenção do projeto Emerging Talents Milan (Novos Talentos), sendo convidada para participar da Semana de Moda de Milão em fevereiro.

Os organizadores do Emerging Talents destacaram o potencial de transformação social da Dona Rufina. "Enxergamos na marca uma oportunidade para demonstrar e discutir esse saber fazer que une o ancestral, o sustentável e o design de excelência na semana da moda em Milão", escreveram em carta. 

Segundo a designer, a Semana de Moda de Milão significa apresentar o produto gaúcho para um público global e contar a história do Pampa através da moda. "Desde o meu primeiro projeto na moda, busquei destacar os produtos da nossa região. Esse resultado mostra que mais do que um sucesso de vendas, a Dona Rufina pode ser um sucesso em contar histórias". 

Para concretizar o sonho de participar de uma das quatro maiores semanas de moda do mundo, Luciana está apostando no apoio do público, com uma campanha de crowdfunding. Utilizando a ferramenta Catarse, a campanha define metas e recompensas para os apoiadores. Quem ajuda pode ganhar desde acessórios confeccionados com lã até um curso de feltragem, além da oportunidade de apoiar o patrimônio cultural do Rio Grande do Sul e uma forma de arte produzida principalmente por mulheres. Segundo Luciana, esse dinheiro vai ajudar também a levar o design territorial para novos públicos e buscar novas colaborações.

Design, sustentabilidade e inovação feminina

A feltragem é uma das técnicas mais antigas para a confecção de tecidos. Suas origens datam de 600 a.C. em áreas da Ásia e da África. O processo é realizado a partir da lã de ovelhas, que é trabalhada até se tornar o feltro. No Rio Grande do Sul, essa técnica tornou-se uma das marcas da cultura local.

Pensando no processo realizado pelas mulheres do Pampa Gaúcho, Luciana Bulcão escolheu trabalhar com a lã e o couro confeccionando bolsas e acessórios com a cara da região. Segundo ela, a importância desse material está no seu potencial de cooperação. "A lã se transforma. O trabalho do artesão é uma intervenção, mas o resultado final não pode ser previsto. É uma colaboração entre artesão e material". 

A marca se fortalece ao apostar em pilares de sustentabilidade e inovação social feminina. Os acessórios confeccionados misturam a lã de origem local com o couro excedente da indústria calçadista presente no Vale dos Sinos. A primeira coleção homenageia as mulheres retratadas por Érico Veríssimo, como Clarissa e Ana Terra. Mostrando o contato com o bioma local, a marca também trabalha com colaborações para dar um destino aos materiais que sobram. "Utilizamos o couro excedente da indústria. Com os restos das bolsas, criamos os calçados e com o que sobrou, vieram os acessórios", Luciana explica.

A produção é realizada em Bagé e Lavras do Sul, região onde Luciana conheceu as artesãs que realizavam o processo durante sua pesquisa de mestrado sobre Moda e Território. "A lã estava perdendo seu valor como matéria-prima. As mulheres mais jovens já não tinham o mesmo interesse que suas avós, por exemplo, no processo", ela conta.

A designer decidiu explorar o potencial da técnica na emancipação e protagonismo feminino. Além da idealização da marca, Luciana criou um projeto social para ajudar as mulheres da região a aprenderem o ofício. Além do reconhecimento da marca, a Dona Rufina tem como objetivo fomentar a economia local e criar oportunidades para as artesãs do Pampa.

 

Fonte: Jornal Correio do Povo

Foto: Adilson Roccini

19/12/2019

A diretoria da ARCO definiu em reunião que os valores da Manutenção do Arquivo Zootécnico (MAZ), bem como o valor dos emolumentos ficarão congelados em 2020. A tabela não sofrerá nenhum ajuste no próximo ano.

Os associados receberão os boletos referentes à MAZ via Correios e os mesmos também ficarão disponíveis na Área Restrita do associado no site da ARCO (www.arcoovinos.com.br).

Ao associado é dada a possibilidade de pagamento em parcela única com desconto e vencimento em 28 de janeiro, ou o parcelamento em até 6 vezes com vencimentos bimestrais nos meses de janeiro, março, maio, julho, setembro e novembro.