03/02/2020

 

Feovelha 2020, mais uma vez superou as expectativas. O novo mercado da ovinocultura está mais aquecido e com perspectivas de expansão no mercado interno, principalmente da carne de cordeiro. Diante deste cenário o produtor está investindo na atividade, principalmente em animais de genética de ponta. Dois carneiros, um da raça Corriedade de propriedade de Joaquim Soares de Bagé/RS, comercializado para Clarinto Sales de Quevedos/RS e outro da raça Ideal, ultrapassaram o valor de 14mil cada. O exemplar da raça Ideal de propriedade de Danilo da Rosa Farias, comercializado para Mauro Ricardo, ambos de Pinheiro Machado, foi considerado o reprodutor mais caro do remate (R$ 14.430,00).

No total foram comercializados 2.677 ovinos, 1.027 animais a mais que na edição de 2019.

Já no Rematão a média ficou em R$ 328,13 (com a venda de 2.438 animais) um incremento de 80% no faturamento total em relação ao ano anterior.

A média geral por animal foi de R$ 465,99 (6,5% a mais que 2019). O faturamento total registrou R$ 1.327,150,00.  As borregas atingiram a maior média da feira, R$ 465,00. Entre as raças com maior volume de animais ofertados, a Ideal obteve a maior média, R$ 701,71 com 474 animais. A raça Corriedale registrou R$ 580,25 com 527 animais. 

"Nesta edição o desafio foi a nós mesmos. Reinventar e acreditar.   Todo o nosso trabalho foi no intuito de provar que nossa feira não precisa ser comparada as demais. Possuímos uma relação de grande amizade com os demais sindicatos. Todas as diretorias são parceiras e entre nós o sentimento é de amizade. Queremos bons negócios para todos! A ovinocultura nos une. Para 2020 nos convencemos de que este resgate era necessário, e o resultado foi extraordinário, os números comprovam. Trouxemos novamente a população para o parque e os ovinos, objeto central da feira foram novamente o grande destaque”, enfatizou Paulo Alves, secretário da Junta Governativa do Sindicato Rural.

Veja abaixo o comparativo com as demais edições:

Feovelha edição: 2020 – XXXVI

Número de animais comercializados: 2677 (1027 animais a mais)

Total em comercialização: R$ 1.327,150,00 (um acréscimo de mais de 72% nas vendas)

Feovelha edição: 2019 – XXXV

Número de animais comercializados: 1650 (590 animais a menos)

Total em comercialização: R$ 768.885,00 (um acréscimo de mais de 42% nas médias gerais)

Feovelha edição: 2018 – XXXIV

Número de animais comercializados: 2340 (935 animais a mais)

Total em comercialização: R$ 767.145,00 (34% a mais que 2017)

Feovelha edição : 2017 – XXXIII

Número de animais comercializados: 1405 (1331 animais a menos)

Total em comercialização: R$ 570.165,00 (50% a menos que 2016)

Feovelha edição : 2016 – XXXII

Número de animais comercializados: 2736 (1708 animais a menos)

Total em comercialização: R$ 854.425,00 (53% a menos que 2015)

 

Fonte: Feovelha 2020

30/01/2020

 

Pelo segundo ano consecutivo, Itaberaba vai sediar uma etapa da Copa de Páscoa durante a 4ª ExpoParaguaçu 2020. A competição, promovida pela a Associação dos Criadores de Caprinos e Ovinos da Bahia (ACCOBA), em parceria com a Associação Brasileira de Santa Inês (ABSI), é realizada em duas etapas e reúne os melhores perfis genéticos, contemplando todas as categorias de caprinos e ovinos, além de uma Exposição Ranqueada, com premiação total de R$ 15 mil.

A 4ª ExpoParaguaçu 2020, que nos últimos três anos consolidou o nome de Itaberaba no roteiro dos grandes evento agropecuários da Bahia e do Brasil, vai ser realizada entre os dias 26 e 29 de março — no Parque do Horto — abrigando, além da Feira de Animais de Alta Genética, as feiras de Aves e Pequenos Animais, Territorial da Agricultura Familiar e o II Festival Gastronômico do Piemonte do Paraguaçu.

A etapa final da Copa de Páscoa acontece no Parque de Exposições de Salvador, durante a ExpoBahia 2020 — uma das maiores feiras de Caprinos e Ovinos do norte/nordeste. Para participar da Copa, os interessados devem ficar atentos aos critérios e prazos, estabelecidos pela Comissão Organizadora da competição, que vão ser divulgados em breve. A Premiação de R$ 15 mil vai ser divida entre todas as raças que, obrigatoriamente, participarem das duas etapas.

A 4ª ExpoParaguaçu 2020 é uma realização da Prefeitura de Itaberaba, através da Secretaria Municipal de Agricultura, Meio Ambiente, Indústria e Comércio (Seagri), com o apoio do Governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri/Bahia). Em 2019, o evento registrou um aumento, em relação ao ano anterior, de 40%, com mais de R$ 6 mi em negócios realizados.

Fonte: Chapada Notícias

 

29/01/2020

Em um ano, o volume de abates de ovinos em Mato Grosso do Sul cresceu 26,68%, saindo de 61,4 toneladas em 2018 para 77,4 mil toneladas em 2019. Considerando a quantidade por cabeça, o aumento do número de abates chegou a 19,69%, passando de 3,9 mil para 4,7 mil animais. Os dados, divulgados pela SFA/MS (Superintendência Federal de Agricultura) são tema do Mercado Agropecuário desta segunda-feira (27).

O analista técnico do Sistema Famasul, Juliano Bastos, afirma que, apesar de uma leve redução no número do rebanho – que foi de 5,32%, segundo o último censo do IBGE – o aumento do número de abates é bastante representativo para o setor no estado. "Os dados evidenciam que ainda tivemos uma movimentação muito positiva em relação à comercialização da carne ovina, mostrando ser um produto com potencial produtivo e comercial a ser cada vez mais explorado pelo produtor sul-mato-grossense", analisa.

No programa de Assistência Técnica e Gerencial em Ovinocultura do Senar/MS, os produtores rurais comercializaram 4,1 mil animais, com total de 174 toneladas da proteína, representando um valor de R$ 1,4 milhões.

Fonte: Redação - Enfoque MS

30/01/2020

 

Setor pretende elevar o número de animais de 3 milhões para 3,5 milhões no Rio Grande do Sul

Edemundo Gressler, presidente da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco)

Em 2019, o mercado para os criadores de ovinos foi extremamente promissor, com a valorização da carne e do mercado da alta gastronomia, a retomada da produção de lã, a demanda por leite e seus derivados, além de outros subprodutos advindos da ovinocultura. Esse crescimento traz duas grandes responsabilidades. 

Para os produtores, a busca pela profissionalização e, para a Arco, ações que tratem de transpor obstáculos do segmento, entre eles: a baixa natalidade e a baixa sobrevivência, passando pelo aperfeiçoamento genético e pela pesquisa.

Para 2020, projetamos também o aumento do rebanho, não só o gaúcho, mas de todo o Brasil. O Rio Grande do Sul já teve, na década de 1970, o número de ovelhas que tem hoje o país, em torno de 13 milhões de animais.

O último Censo Agropecuário do IBGE revelou números preocupantes para o setor, estimando o rebanho gaúcho em 3 milhões de cabeças, quantidade que queremos elevar para 3,5 milhões ainda neste ano. Nossos produtores precisam fazer esse dever de casa. Nossas ovelhas têm a capacidade de produzir mais crias!

As feiras de verão já nos apontam uma expectativa de números muito positivos. Resultados estes que são fruto do trabalho feito ao longo do ano por todos os produtores que visam rentabilidade para a produção. Além disso, os leilões de reprodutores devem ter importante crescimento em relação ao ano passado, e isso é extremamente estimulante para o mercado e para a cadeia produtiva. Há, também, busca por fêmeas, o que nos faz acreditar ainda mais no aumento do rebanho — teremos mais ovelhas parindo.

O mercado nos alertou no ano que passou, nos fez sair da zona de conforto e repensarmos nossos objetivos como produtores, para então voltarmos a acreditar na atividade. Temos um cenário extremamente promissor para a ovinocultura. É nisso que acreditamos e por isso que trabalhamos.

Fonte: Campo e Lavoura – ZH Foto: Anselmo Cunha

 

Todo ano a Casa da Ovelha busca lançar novidades para seus clientes, a fim de engrandecer ainda mais a marca. Neste ano, em parceria com a Urca, empresa do ramo 

de sorvetes, transformaram o iogurte de leite de ovelha em sorvete.  

As empresas em parceria buscam trazer sempre qualidade, sabor e novidade para seus clientes, aliado com diversos benefícios para a saúde. O leite de ovelha por si só, traz diversos benefícios comparados a outros tipos de leite. Ele possui um teor superior de proteínas com alto valor biológico, contém glóbulos de gordura menores que auxiliam em uma maior digestibilidade, 50% mais cálcio, além de diversos minerais e vitaminas.  

A linha conta com 5 tipos de sorvetes diferentes, sendo nos seguintes sabores: Sorvete de Iogurte Natural, Sorvete de Iogurte com geleia de mirtilo, Sorvete de Iogurte com geleia de amora, Sorvete de Iogurte com geleia de damasco e Sorvete de Iogurte com calda de chocolate trufado.  

Hoje, quase toda a linha é sem lactose, com exceção do Sorvete de Iogurte com calda  de  chocolate  trufado. Entende-se  entre  ambas  as  empresas,  a  importância  de oferecer  um  produto  diferenciado,  com  diversos  benefícios  para  a  saúde  e  isento  de lactose, visto que hoje, muitas pessoas são intolerantes e buscam soluções e produtos diferentes para consumo.  

No momento a venda ocorre apenas no Parque da Ovelha (Caminhos de Pedra, Bento Gonçalves), mas em breve já estará disponível em todo o Brasil.  

Fonte: Comunicação Casa da Ovelha