28/07/2020

 

A Associação Brasileira de Criadores de Ovinos – ARCO realizou na manhã dessa segunda-feira (27), de forma virtual, a sua Assembleia Geral Ordinária (AGO) para a prestação de contas e apresentação dos relatórios contábil e de gestão do ano de 2019.

A AGO que normalmente ocorre no mês de março, este ano, com base na Medida Provisória nº 931/2020 e pelos Decretos de Calamidade Pública em função da pandemia de Covid-19 foi transferida para o mês julho.

Através da plataforma Cisco-WebEx os associados puderam participar da AGO, conhecerem e aprovarem os números e o trabalho realizado pela direção da entidade durante o ano de 2019. “Nos adaptamos ao chamado novo normal e realizamos nossa reunião, o que nos permitiu falar para associados de todo o Brasil”, diz o presidente da ARCO, Edemundo Gressler.

Além da apresentação dos balanços e do resultado positivo alcançado em 2019, foi apresentado no relatório de gestão os números do Registro Genealógico, o aumento no número de novos associados, os eventos, exposições e reuniões que a ARCO homologa e participa em todo o Brasil, como capacitação para Inspetores Técnicos, encontros com dirigentes de associações promocionais de raça e das entidades estaduais.

Em sua fala inicial o presidente falou das principais ações da diretoria da entidade como o congelamento da Manutenção do Arquivo Zootécnico (MAS) e da tabela de emolumentos, do aumento no limite de rebanho para a categoria de sócio incentivo no sentido de estimular e fomentar a produção e o registro de animais. Ressaltou também o estímulo aos comunicados e serviços online que propicia além de agilidade e rapidez, um desconto de 9,09% em todos os serviços realizados desta forma, “a ARCO tem feito importantes investimentos no setor de TI para poder atender de forma ágil, rápida e eficiente todos os associados” ressalta Gressler.

A ARCO, que completou em janeiro deste ano, 78 anos de fundação, tem 1.925 associados ativos em todo o território nacional. Conta com uma equipe de 14 colaboradores e tem o apoio de 105 Inspetores Técnicos para auxiliar na seleção dos rebanhos dos ovinos no Brasil.

06/07/2020

Reunidos na manhã desta segunda-feira – 06 de julho – na sede da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (ARCO), o membros da diretoria da entidade definiram alguns pontos sobre a possibilidade das Associações Promocionais de Raça realizarem julgamentos de animais no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS) durante o período que seria destinado à Expointer 2020.

Na nota a entidade se posicionou da seguinte forma:

A diretoria da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIADORES DE OVINOS – ARCO definiu em reunião na última segunda-feira (06 de julho) que, apoia a decisão do Governo do Estado do RS pelo cancelamento da Expointer 2020, porém abriga a possibilidade aberta, pelo Governo, das Associações Promocionais de Raças que quiserem, junto à FEBRAC - Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça, promover o julgamento de animais, sem público, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

A ARCO  – para as exposições homologadas conforme o Regulamento de Exposições – tomará as seguintes providências:

- abrirá inscrições via site da ARCO e os valores das inscrições serão repassados em sua totalidade para as promotoras;

- julgamentos através do Programa de Exposições (categorizados);

- Não haverá funcionários da entidade no local dos julgamentos, todo o atendimento será feito por acesso remoto dentro das dependências da sede em Bagé (RS)

As Associações que optarem por realizar julgamentos deverão cumprir o seguinte:

- cumprir os protocolos sanitários exigidos pelo Estado tanto para a entrada dos animais, quanto os necessários para a segurança de expositores, jurados, tratadores e técnicos;

- providenciar que o julgamento de admissão dos animais seja feita, obrigatoriamente, por Inspetor Técnico credenciado pela ARCO;

- responsabilizar-se pela segurança e pela saúde de todos os presentes durante a exposição;

- todas as despesas serão de responsabilidade da entidade promotora.

A ARCO ressalta que o momento é de preservar a saúde e a vida das pessoas, de seus familiares e colegas de trabalho, entendendo que o cancelamento desta edição da Expointer foi uma atitude de extrema responsabilidade pelo cenário que nosso Estado vem apresentando em relação a pandemia.

A nota foi assinada por todos os presentes e encaminhada aos presidentes das entidades promocionais de raça e enviada ao Governo do Estado do RS, Secretaria de Agricultura, Direção do Parque de Exposições Assis Brasil, Febrac e Farsul.

 

26/06/2020

 

Superar, por meio da inclusão tecnológica, os principais desafios para a produção sustentável de carne, leite e produtos derivados da caprinocultura e ovinocultura e apoiar as cooperativas de modo a favorecer a geração de renda para produtores rurais no Semiárido brasileiro. Esta é a perspectiva do projeto Agronordeste Agroindústria, ação integrada da Embrapa e da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - com financiamento da SAF, do Projeto Dom Hélder Câmara e do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) - no âmbito do programa Agronordeste. E, para isso, o projeto aposta em um modelo de inovação com compartilhamento de conhecimentos e informações junto a diversos atores do setor produtivo.

Nos próximos dois anos, o projeto atuará em quatro polos produtivos de cinco estados nordestinos, compondo uma rota de apoio tecnológico de mais de 3.000 km, com meta de fazer a promoção da inovação por meio da disseminação de conhecimentos, capacitando, de forma direta, 550 técnicos e produtores multiplicadores, além da montagem de 20 unidades de referência tecnológica. As capacitações já tiveram início nesta semana, com um curso de atualização tecnológica para técnicos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). 

Nos territórios, estes multiplicadores experimentarão o uso de soluções tecnológicas diversas desenvolvidas pela Embrapa, de acordo com a natureza das demandas locais. Entre as possibilidades previstas estão o serviço AssessoNutri, para formulação de dietas de custo acessível; a Técnica Embrapa de Inseminação Artificial em Caprinos; o plantio de forrageiras adaptadas ao Semiárido; o aplicativo Orçamento Forrageiro, para gerenciar recursos alimentares aos rebanhos; o Controle Integrado de Verminose; os modelos de sistemas agroflorestais e ILPF para a Caatinga; as boas práticas para ordenha e para fabricação de produtos lácteos; os programas de melhoramento genético de rebanhos – Capragene e Genecoc; o manejo sanitário orientado a partir das informações da plataforma CIM Zoossanitário; as ferramentas voltadas para gestão da produção do Centro de Inteligência e Mercado de Caprinos e Ovinos; a produção de lácteos a partir de tecnologias da Embrapa; as orientações para cortes especiais de carnes ovina e caprina.

O projeto pretende desenvolver um modelo de inovação tecnológica que contemple o engajamento conjunto e o compartilhamento de conhecimentos entre atores diversos do setor produtivo. A ideia é atuar em rede para adaptar escalonar soluções tecnológicas para resolver os principais gargalos tecnológicos, criando uma grande onda de inovação que vá se disseminando em outros polos produtivos. Uma primeira etapa de mobilização foi realizada no mês de maio, com reuniões realizadas de forma remota (online), que envolveram produtores rurais, técnicos extensionistas e representantes de cooperativas, associações e agroindústrias dos territórios do Cariri Paraibano, Sertão Pernambucano, Sertão dos Inhamuns (CE), Bacia do Jacuípe (BA) e Vale do Itaim (PI). 

“Projetos assim só podem se dar certo se houver discussão na base, com pessoas que sabem os reais problemas e as necessidades de cada região”, avalia Mirionaldo Rodrigues, secretário-executivo da Associação dos Criadores de Ovinos e Caprinos do Município de Betânia do Piauí (Ascobetania), da região do Vale do Itaim. “Temos a expectativa de que esse programa se consolide e colabore com a necessidade do produtor, que é geração de renda”, acrescenta ele.

Nas reuniões, foram destacados os eixos principais de atuação da Embrapa em cada território, a partir de demandas identificadas. Alguns dos participantes puderam reforçar demandas tecnológicas e de governança, necessárias para a superação de gargalos produtivos. “Precisamos de um controle de qualidade do leite mais arrojado, de suporte para nutrição animal, buscar melhor qualidade dos produtos e baixar custos. É preciso dar celeridade prática a tudo isso”, destaca Rubens Remígio, gerente de Negócios da Cooperativa dos Produtores Rurais de Monteiro-PB (Capribom).

Com a mobilização, a expectativa é de um projeto onde a cooperação e o compartilhamento de conhecimentos tragam mais eficiência na adoção de soluções tecnológicas. “É uma grande aliança, em que a Embrapa vem com aporte de conhecimentos e tecnologias focadas na produção de caprinos e ovinos, acumulados ao longo do tempo, mas que se soma ao conhecimento de técnicos habituados a trabalhar nesses ambientes e de conhecimentos de produtores que, há 50, 60, 100 anos vão passando de pai para filho. Será importante o olhar dessas pessoas para avaliar impacto e possíveis fatores limitantes das tecnologias”, destaca o pesquisador Marco Bomfim, chefe-geral da Embrapa Caprinos e Ovinos.

Na avaliação do produtor rural Valcyr Rios, diretor do FrigBahia, de Pintadas-BA, esta atuação conjunta em um processo de inovação tecnológica pode render resultados positivos para comércio e agroindústria na ovinocultura de corte. “Este programa chegou em momento oportuno. Estamos apostando nessa iniciativa em que, com o poder do Estado, do cooperativismo e dos produtores, tenhamos um cordeiro ideal. É uma relação em que muitos ganham: o mercado terá carne de melhor qualidade, a indústria terá um ganho de carcaça melhor”, destaca ele.

Adilson Nóbrega (MTB/CE 01269 JP) - Embrapa Caprinos e Ovinos

02/07/2020

Definição foi tomada nesta tarde, em reunião com entidades e Secretaria da Agricultura

Diante da maior quantidade de dúvidas do que de certezas, organizadores da Expointer  decidiram, em reunião realizada nesta quinta-feira (2), pelo cancelamento da feira em 2020. Originalmente marcada para o final de agosto, a exposição realizada no parque Assis Brasil, em Esteio, foi transferida para o período de 26 de setembro a 4 de outubro. O adiamento em cerca de um mês foi estabelecido pela expectativa de que pudesse haver melhora no quadro da pandemia. A Secretaria da Agricultura ainda não se manifestou oficialmente sobre o tema.

O entendimento das entidades foi de que, mesmo assim, seria bastante complicado colocar a feira de pé. Por questões de segurança e também  operacionais. Naquele período, estará em andamento a temporada de remates de primavera, que concentra a venda de reprodutores nas propriedades. E também coincide com o início da plantio da safra de verão, o que seria um empecilho à participação de agricultores, público importante para o setor de máquinas agrícolas.

Participam da reunião Federação da Agricultura do Estado, Federação dos Trabalhadores na Agricultura, Organização das Cooperativas, Sindicato das Indústrias de Máquinas, Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça e prefeitura municipal de Esteio.

Fonte: Gaúcha ZH

22/06/2020

 

Com a definição da data da realização da Expointer 2020, o Departamento de Exposições de Feiras da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos – ARCO, já se prepara para o início do período das inscrições que deverá ocorrer a partir do dia 1º de julho.

Este ano as inscrições irão ocorrer de forma um pouco diferente, primeiramente o associado/expositor vai fazer uma pré-inscrição o que não vai gerar qualquer tipo de cobrança. A confirmação e pagamento das inscrições serão a partir do dia 08 de agosto.

Em breve a Circular 43ª Expointer com todos as informações, datas, prazos e valores estará disponível na área do sócio no site da ARCO.

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Abra a circular Aqui!